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Num tempo muito inquietante, marcado por uma forte ofensiva ideológica, com a qual os média dominantes fazem chegar todos os dias a milhões de pessoas a desinformação organizada com o objectivo de servir e defender os interesses do grande capital, a leitura e divulgação de informação progressista e revolucionária é crucial para todos os que assumem como referência maior os valores e ideais de ABRIL!

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domingo, 29 de dezembro de 2013

MENSAGEM DE ANO NOVO DE JERÓNIMO DE SOUSA



Mensagem de Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral        

Mensagem de Ano Novo de Jerónimo de Sousa

                                  

Num momento em que o governo executa uma política destrutiva, de confisco de salários, reformas e pensões, de ataques a direitos fundamentais, Jerónimo de Sousa deixa na sua mensagem de Ano Novo, «uma palavra de confiança, de esperança, dessa esperança que não fica à espera, que ganha nova dimensão com a luta dos trabalhadores e do povo».

O Secretário-Geral do PCP destaca que em 2014 se assinala «o ano 40 da Revolução de Abril, desse Abril que se transformou no acto e no processo mais avançado da nossa história contemporânea», e reafirma o compromisso de que «o PCP, nas horas boas e nas horas más, estará do lado certo, do lado dos trabalhadores e do povo português».

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

RELATÓRIO DO FMI : AGRESSÃO AO POVO E AO PAÍS

Relatório do FMI: operação do governo na política de agressão ao povo e ao país
                                                                                 
Nota do Gabinete de Imprensa do PCP
                                                  
Terça 15 de janeiro de 2013
                                                              

1- Nos últimos dias o país foi sacudido com a divulgação intencional do chamado relatório do FMI em torno dos ditos cortes na despesa pública. Uma operação desencadeada em perfeita articulação com o actual Governo – autor material da orientação e conteúdo fundamental do dito relatório – que, numa repetida estratégia de terror junto da população, põe na boca de outros ameaças inqualificáveis às condições de vida dos trabalhadores e do povo português, para mais adiante facilitar a aceitação de mais medidas gravosas que o próprio se encarregará de apresentar.
Simultaneamente, com esta divulgação, o governo PSD/CDS procurou apagar do debate público as consequências do início da concretização do pior Orçamento do Estado desde os tempos do fascismo, da sua política de agressão aos trabalhadores, ao povo e ao país, que terá já efeitos nos próximos dias, por via do roubo nos seus salários e pensões dando-se mais um passo no empobrecimento de milhões de trabalhadores e pensionistas.
2- O PCP não subestima no entanto esta operação. Na continuidade de mais de três décadas de política de direita, no último ano e meio – com a concretização do Pacto de Agressão assumido pelo PS, PSD e CDS com a UE, o FMI e o BCE – o país foi arrastado para uma depressão económica, com milhões de portugueses em empobrecimento acelerado e o desemprego a atingir mais de um milhão e duzentos mil trabalhadores. Simultaneamente assistiu-se a um ritmo vertiginoso de falências e encerramentos de empresas, impôs-se uma quebra histórica e irreparável nos níveis de investimento, avançou-se na venda criminosa dos recursos e empresas estratégicas nacionais ao grande capital, o país ficou ainda mais amarrado a laços de dependência que comprometem a sua soberania e o futuro. Exploração e empobrecimento do povo e do país, para servir a banca e o grande capital nacional e estrangeiro, é essa a matriz da actual política que o governo quer prosseguir.
Tal como aponta o dito relatório do FMI, o governo não tem feito outra coisa que não seja a de: despedir trabalhadores na Administração Pública; cortar no subsídio de desemprego, no abono de família e noutros apoios sociais; cortar nos salários e nas reformas; aumentar taxas moderadoras e outros serviços que deveriam ser gratuitos. Uma intervenção em confronto aberto com a Constituição da República e que, responsabilizando o FMI e a União Europeia, é sobre o Governo e o conjunto dos partidos que abriram as portas à Troika que recai a primeira e mais greve responsabilidade.
3- Em nome de uma dívida pública e de um défice que não param de crescer, os partidos da troika nacional, apontam para a falsa dicotomia entre a necessidade de diminuir a despesa do Estado para não aumentar mais os impostos. Querem criar a falsa ilusão de que o povo português tem o direito de escolher a forma de empobrecer. É a mentira em estado puro vendida em doses massivas pelos principais propagandistas do rumo de desastre que está em curso.
Na verdade, é sobre o trabalho, o consumo das famílias e as pequenas empresas que estão a subir os impostos, ao mesmo tempo que os rendimentos do grande capital continuam intocáveis e em visível acumulação e concentração.
Na verdade, é sobre as funções sociais do Estado, é sobre o investimento, que estão a recair os cortes orçamentais, ao mesmo tempo que se aumenta a despesa do Estado com milhares de milhões de euros pagos em juros, com os apoios directos à banca, com as rendas entregues aos monopólios por via das chamadas PPP's.
O chamado debate sobre a “Reforma do Estado Social” é por isso um embuste, uma forma de enganar o povo para que este aceite como natural viver na miséria, ao mesmo tempo que um punhado de banqueiros e outros capitalistas acumulam fortunas e privilégios.
4- Para o PCP, há muito que este Governo perdeu a sua legitimidade. Age contra os interesses do povo e do país, submete-se aos interesses do grande capital e das grandes potências estrangeiras, viola sistematicamente a Constituição, não tem o reconhecimento do povo e de muitos dos que nele votaram. O país não aguenta mais. O país não aguenta nem as medidas inscritas neste relatório do FMI, nem os sucedâneos que o governo venha a encontrar. Em milhões de portugueses cresce a consciência de que só a derrota deste governo e desta política, só a sua luta, poderá abrir caminho a uma vida melhor.
É na renegociação da dívida pública, é na melhoria dos salários e dos rendimentos dos trabalhadores e do povo, é na dinamização do aparelho produtivo nacional, é na recuperação do controlo público dos sectores estratégicos da economia, é na tributação efectiva dos rendimentos do grande capital, é na recuperação integral da soberania do país, é, no fundo, numa política patriótica e de esquerda que está a resposta, não apenas ao cumprimento desta ou daquela função do Estado, mas a resposta a um outro rumo de progresso e de bem estar social.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

OBRAS NA EN 125


Direcção da Organização Regional do Algarve
                                          

EN 125 – o logro da “renegociação” do contrato
 e o novo adiamento das obras
                                                            
Num momento em que as obras de requalificação na EN125 se encontram paradas há mais de 6 meses, o Governo PSD/CDS, por intermédio da empresa Estradas de Portugal, anunciou um novo acordo com o consórcio Rotas do Algarve Litoral – a quem está atribuída a subconcessão Algarve Litoral (EN 125 e variantes). Sobre esta matéria o PCP considera o seguinte:

1- A dita renegociação do contrato por parte do Estado, que supostamente “poupará” 155 milhões de euros ao Estado, traduz-se no cancelamento de uma parte importante dos investimentos previstos e há muito reivindicados – variantes de Odiáxere, Olhão, Luz de Tavira e da EN2 entre Faro e São Brás de Alportel – e na transferência para as Estradas de Portugal, a partir de 1 de Janeiro de 2014, da conservação e manutenção de cerca de 93 quilómetros que estavam integrados na subconcessão.

2- Ao contrário do que diz o Governo, não há nenhuma “renegociação”, e muito menos “poupança”, mas um corte nas obras previstas e a transferência, para o Estado, dos custos anteriormente assumidos pelo consórcio Rotas do Algarve Litoral, ao mesmo tempo que se mantêm intocáveis as elevadas taxas de rentabilidade do consórcio. Deste modo, o Governo continua a proteger os interesses do consórcio privado – e os lucros da banca -, em detrimento dos interesses da região algarvia.

3- O PCP considera que estamos perante um logro que exige denúncia e combate, e cujas principais vítimas são as populações: castigadas pelas portagens na Via do Infante; pelas longas horas de circulação na EN125; pela crescente sinistralidade rodoviária; pelos sucessivos adiamentos em infra-estruturas que são fundamentais à melhoria da qualidade de vida e ao desenvolvimento económico.

4- O PCP, ao mesmo tempo que exige que sejam tornados públicos os exatos termos desta inaceitável decisão, designadamente quanto lucrará o consórcio com esta dita “renegociação”, considera que não há nenhuma razão para que sejam, uma vez mais, adiadas para as calendas gregas as imprescindíveis obras de requalificação da EN125. Neste sentido, questionará o governo exigindo respostas urgentes sobre esta matéria.

5- Face a esta escandalosa decisão, o PCP apela à intensificação da luta dos trabalhadores e das populações por um Algarve livre de portagens, pela requalificação da EN125, pelo direito à segurança rodoviária, à mobilidade e ao desenvolvimento económico e social.




8 de Outubro de 2012                       O Secretariado da DORAL do PCP

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

JOGOS OLÍMPICOS 2012


O PCP saúda os atletas olímpicos portugueses e sublinha a ausência de uma política desportiva para o país 
                                             


O PCP saúda todos os atletas portugueses que integraram a representação olímpica do nosso país, valorizando todo o seu esforço, dedicação e trabalho realizado. Esta saudação é justa e merecida para os atletas que conquistaram medalhas olímpicas, mas é-o também para todos os demais atletas e técnicos da representação portuguesa, que deram o seu melhor, não obstante as dificuldades que enfrentam diariamente no nosso país.

Neste momento, em que as atenções se dirigem com particular entusiasmo para a prestação destes atletas, em que muito tem sido dito sobre as expectativas e os resultados da representação portuguesa em Londres, importa assinalar alguns aspectos sobre a política para a área do desporto.
Em Portugal, não obstante a sua consagração constitucional, o pleno direito à cultura física e ao desporto para todos, está longe de ser garantido pelo Estado que, promovendo a sua mercantilização, é responsável pelo facto de Portugal ser o país com a mais elevada taxa de inactividade física da União Europeia.

Esta realidade evidencia a necessidade de uma política desportiva integrada como elemento da formação da cultura integral do indivíduo, promovendo a prática desportiva, entendida como um direito e um importante factor de promoção do bem-estar e da saúde das populações. Ao contrário, a realidade desportiva é marcada por uma separação entre a preparação de atletas de alta-competição e o desporto de massas, porque este não tem os necessários apoios. E é, de facto, aí que reside a base indispensável para se promover políticas de alta competição.

Simultaneamente a intervenção do Estado limita-se cada vez mais a destacar eventos desportivo-comerciais que redundam em gigantescas operações de publicidade, sem nenhuma mais-valia para o desporto nacional. Na realidade, ao invés de se investir na estrutura e infra-estrutura desportiva, o actual Governo, como os anteriores, vira toda a sua intervenção para os fenómenos desportivos de entretenimento. O investimento numa rede de infra-estruturas desportivas é feito ao sabor de clientelismos locais, clubísticos e económicos. O desporto no trabalho não merece qualquer apoio e é cada vez mais um direito do passado na política destes Governos. Há cada vez menos atletas federados, e clubes e colectividades por todo o país comprometem a participação em competições por se encontrarem em ruptura financeira. O desporto escolar está em risco para o ano lectivo prestes a começar, diminuiu-se o peso da educação física nos currículos escolares e são ainda muitas as escolas básicas e secundárias que não dispõem de pavilhões gimnodesportivos ou de outras infra-estruturas desportivas.

Verifica-se o sucessivo corte de investimentos e verbas - agravados com a concretização do Pacto de Agressão - e a inexistência de um programa e um projecto consistentes que assegurem o fomento da prática desportiva e a sua democratização, e o apoio ao desporto federado e de alta competição, o que não impede o descarado aproveitamento político dos resultados desportivos obtidos a nível internacional, visando iludir a situação de atraso a que a política de direita conduziu o desporto nacional.

Todos estes factos são elementos a ter em conta na avaliação dos resultados da representação portuguesa nos jogos olímpicos de Londres. A responsabilização individual dos atletas que não conquistam medalhas e o aproveitamento político daqueles que conseguem melhores resultados, são duas realidades igualmente injustas que não podem esconder os problemas de fundo. Nesta edição dos Jogos Olímpicos participaram cerca de 200 países com mais de 10 000 atletas, num quadro de elevada complexidade da alta competição a nível internacional. Neste contexto, exige-se bom-senso, noção da realidade e respeito pelos atletas portugueses.

Em respeito pela Constituição, exige-se ao Governo português que tome medidas para inverter a situação e que o desporto, na sua diversidade de modalidades, não seja lembrado apenas de 4 em 4 anos.

Ver aqui:http://www.pcp.pt/o-pcp-sa%C3%BAda-os-atletas-ol%C3%ADmpicos-portugueses-e-sublinha-aus%C3%AAncia-de-uma-pol%C3%ADtica-desportiva-para-o-p

terça-feira, 19 de junho de 2012

NOTA DE IMPRENSA DO PCP - ELEIÇÕES NA FRANÇA




Sobre as eleições em França
             
Declarações de Pedro Guerreiro, membro do Comité Central do PCP
                            
Os resultados da segunda volta das eleições legislativas francesas, com a vitória do Partido
Socialista Francês, inserem-se no processo que se iniciou com as eleições presidenciais,
realizadas a 6 de Maio, traduzindo um sentimento de rejeição da política praticada por Sarkozy
e o seu partido e expectativas de mudança que declarações e posições já assumidas por
Hollande, Presidente recém-eleito, estão já a contradizer.

Os resultados do Partido Comunista Francês, obtidos no quadro da Frente de Esquerda - que
não traduzem em número de mandatos o reforço eleitoral obtido na primeira volta –, não
podem deixar de ser lidos à luz de um sistema eleitoral profundamente anti-democrático e da
artificial bipolarização que dele decorre.

O PCP reitera a sua solidariedade aos trabalhadores, ao povo e aos comunistas franceses na
sua luta.

Na grave situação económica e social que evidencia a grave crise do capitalismo, do processo
de integração capitalista europeia e as consequências da política de direita praticada em
diversos países, o PCP considera que a solução para os problemas dos trabalhadores e dos
povos passa pelo continuação e reforço da luta pela ruptura com a política de exploração e
empobrecimento e as imposições antidemocráticas dirigidas pelo grande capital contra cada
país.

18.06.2012
O Gabinete de Imprensa do PCP

NOTA DE IMPRENSA DO PCP - ELEIÇÕES NA GRÉCIA




Sobre as eleições na Grécia
               
Declarações de Pedro Guerreiro, membro do Comité Central do PCP
                                                     
O PCP considera que os resultados das eleições gregas, cuja incidência institucional é
profundamente distorcida pelo anti-democrático sistema eleitoral, continua a representar no
seu conjunto (tal como nas eleições de 6 de Maio) a condenação dos partidos responsáveis
pelo programa de destruição social que está a ser imposto à Grécia pela União Europeia e pelo
FMI, expressa na redução da percentagem obtida pela Nova Democracia e pelo PASOK em
2009 (77%) com o resultado agora obtido (cerca de 44%).

O PCP considera que tais resultados - em particular, os da Nova Democracia -, são inseparáveis
da gigantesca operação de chantagem sobre o povo grego e testemunham até onde pode
conduzir a ingerência e a pressão ilegítima do grande capital e das instituições ao seu serviço.

Os resultados do Partido Comunista da Grécia não poderão ser considerados sem ter em conta
 as condições difíceis em que os comunistas travaram este acto eleitoral, marcado pela
descarada ingerência nos assuntos internos da Grécia e por enormes pressões bipolarizadoras. 

O PCP reitera a sua solidariedade aos trabalhadores, ao povo e aos comunistas gregos na sua luta.

Na grave situação económica e social que evidencia a grave crise do capitalismo, do processo
de integração capitalista europeia e as consequências da política de direita praticada em
diversos países, o PCP considera que a solução para os problemas dos trabalhadores e dos
povos passa pelo continuação e reforço da luta pela ruptura com a política de exploração e
empobrecimento e as imposições antidemocráticas dirigidas pelo grande capital contra cada
país.

 17.06.2012
O Gabinete de Imprensa do PCP


terça-feira, 22 de maio de 2012

O DESASTRE FINANCEIRO NA CÂMARA MUNICIPAL



 
       Comissão Concelhia de Lagos                         
 NOTA DE IMPRENSA             
  O DESASTRE FINANCEIRO NA CÂMARA MUNICIPAL 
                                
É insuportável a afirmação de que o estado calamitoso, de ruina financeira, da Câmara Municipal de Lagos, se deve à crise internacional.                                                    
a realidade em Lagos está a ser falseada 
É um facto que esta crise do capitalismo afeta todo o País, submetido às imposições da troika UE, FMI e BCE, com a total aprovação da troika nacional, PSD, CDS e PS, com o aval de Cavaco Silva, promotores da destruição da produção nacional e das condições de vida, e geradoras do desemprego.
Mas a Câmara PS de Lagos foi irresponsável; sem planeamento, sem orientação, sem rigor, fazendo investimentos desnorteados.
Em 2008 foram feitos alertas à Câmara PS para tomar precauções sobre os indícios que prenunciavam uma crise eminente e todos eles foram ignorados.
Nada cuidou. Continuou a gastar dinheiro sem controlo, acumulando compromissos, dívidas umas sobre as outras e criando empresas municipais que se revelaram desnecessárias e sorvedouros de dinheiros.
Sem garantias como seriam pagos os compromissos e contratos de obras, sem preocupações sobre que encargos acarretariam no futuro, em manutenção e funcionamento. Por exemplo só a renda do novo edifício da câmara ultrapassa €160.000 por mês.   

a Câmara criou uma dívida de milhões
A lei obriga a Câmara a informar das dívidas a fornecedores. Em Lagos, a Câmara declarou, à data de 31.Dezembro.2011, uma lista de 648 nomes de credores. Somava mais de €10.500.000.
No 1º trimestre de 2012, as dívidas a fornecedores já ultrapassavam 16 milhões, sem falar dos €5.300.000 do terreno para a escola Tecnopólis, dos compromissos contratualizados, de investimentos não pagos e dos juros. 

A dívida total, fornecedores e investimentos, da Câmara PS ultrapassa os 41 milhões,
em 2008 era de 16 milhões de euros.

a Câmara faz os lacobrigenses pagar as dívidas
Com a brutalidade dos aumentos da água, saneamento, resíduos sólidos, das taxas e tarifas a Câmara PS descarrega para cima dos munícipes e empresas o pagamento destes desvarios.  

Em Lagos, a vida é pior cada dia.
 A desculpa do PS é a crise, mas foram as erradas opções políticas que levaram a esta situação.

 
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