Porquê este blogue?

Num tempo muito inquietante, marcado por uma forte ofensiva ideológica, com a qual os média dominantes fazem chegar todos os dias a milhões de pessoas a desinformação organizada com o objectivo de servir e defender os interesses do grande capital, a leitura e divulgação de informação progressista e revolucionária é crucial para todos os que assumem como referência maior os valores e ideais de ABRIL!

A LUTA CONTINUA!

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terça-feira, 21 de janeiro de 2014

COMÍCIO EM FARO

Comício em Faro 
com a presença de Jerónimo de Sousa 
Secretário Geral do PCP

                                             
Há autocarro de Lagos
Contacto 966515203

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

COMÍCIO EM FARO



Intervenção de Jerónimo de Sousa,


 Secretário-Geral do PCP, Faro,


 Comício «Por uma Alternativa Patriótica e de Esquerda. Um futuro digno para o Povo e o País»

                                                 

Dar força à luta pela demissão do governo do PSD/CDS e a devolução da palavra ao povo

                                                                      

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

COMÍCIO DO PCP EM FARO - 2 DE FEVEREIRO


Direcção da Organização Regional do Algarve
                   
2 de Fevereiro - PCP realiza comício com Jerónimo de Sousa em Faro
                                        
No próximo dia 2 de Fevereiro, pelas 16 horas, realizar-se-á um comício em Faro – instalações da Cooperativa COOBITAL – com a participação do Secretário Geral do PCP, Jerónimo de Sousa.
                                                            
Esta iniciativa de âmbito regional, surge integrada na campanha nacional que o PCP está a realizar contra a política de exploração e empobrecimento que está em curso, pela demissão do governo e por uma política e um governo patriótico e de esquerda.

Num momento em que se assiste no Algarve a uma escalada sem precedentes nos níveis de desemprego, no encerramento de empresas, na redução dos salários, no aumento da pobreza, da exploração e da emigração, a realização deste comício constitui, não apenas uma inequívoca afirmação da necessidade de uma ruptura e uma mudança na vida nacional, mas também, um apelo à intensificação da luta dos trabalhadores e das populações, designadamente à mais ampla participação na jornada nacional de luta convocada pela CGTP-IN para 16 de Fevereiro e que, no Algarve, terá expressão em Vila Real de Santo António, Faro e Portimão.

Um comício que integra um vasto conjunto de acções do PCP que decorrerão ao longo do ano de 2013 e das quais se destacam as comemorações do Centenário do nascimento de Álvaro Cunhal e que terão neste dia 2 uma primeira expressão no Algarve.

O Secretariado da DORAL do PCP



quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

COMÍCIO EM FARO


Comício em Faro, 2 de Fevereiro 
   
com Jerónimo de Sousa     
              
                 
"RESGATAR PORTUGAL DA DEPENDÊNCIA,
RECUPERAR PARA O PAÍS O QUE É DO PAÍS,
DEVOLVER AOS TRABALHADORES E AO POVO OS SEUS DIREITOS,
SALÁRIOS E RENDIMENTOS!"

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

XIX CONGRESSO DO PCP

XIX CONGRESSO DO PCP
                
ALMADA  30 Nov, 1 e 2 de Dezembro 

               
Democracia e Socialismo - 
Os valores de Abril no futuro de Portugal
     
-Proposta de alteração ao Programa do PCP  
-Proposta de Resolução Política do XIX Congresso do PCP 
               

Ver aqui:http://www.pcp.pt/xix-congresso-pcp

domingo, 30 de setembro de 2012

PODEROSA DEMONSTRAÇÃO DE FORÇA E CONFIANÇA


Uma poderosa demonstração de força e confiança dos trabalhadores e do povo português 
                      

O Terreiro do Paço foi novamente transformado num imenso espaço de afirmação dos direitos dos trabalhadores e de exigência de um outro governo e de outra política. Como o Secretário-Geral do PCP sublinhou, foi uma afirmação de uma vontade colectiva de um povo a pulsar, de um sentimento profundo de pôr fim ao caminho do desastre.
                                                                                 

quinta-feira, 9 de agosto de 2012




  Com Jerónimo de Sousa, Secretário-geral do PCP         
Domingo 12 de Agosto de 2012 pelas 20h00  
na Casa das Artes, em Portimão
                                                                                                                                                                              
PARA CONFIRMAR A INSCRIÇÃO PARA O JANTAR COM O JERÓNIMO DE SOUSA NO PRÓXIMO DOMINGO CONTACTAR
JOSÉ MANUEL FREIRE 918036096

sexta-feira, 6 de abril de 2012

RENEGOCIAR A DÍVIDA PÚBLICA




Renegociar a dívida pública,
 libertar o país das amarras da especulação 
                                    
Intervenção de Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral do PCP, CT Vitória, Lisboa, Acto Público                                          

Há precisamente um ano – face à degradação da situação económica e social e à espiral especulativa que arrasava o país – o PCP propôs, em alternativa, a renegociação imediata da divida pública portuguesa a par de outras medidas que, em ruptura com o rumo ruinoso da política de direita, assegurasse um outro caminho que, não isento de dificuldades, garantiria a inversão da dependência externa no quadro de uma política de promoção da produção nacional, de dinamização do mercado interno e de valorização dos rendimentos do trabalho. 
                                
Há precisamente um ano, o PCP alertou para os perigos e consequências que decorreriam para o país se fosse aberta a porta a um processo de ”assistência financeira” que justamente designámos como um recurso ilegítimo à ingerência externa.
Há precisamente um ano, o PCP denunciou essa eminente intervenção como sendo um novo e perigoso passo que, em vez da ruptura que se impunha com o rumo de desastre que estava em curso, visava acentuar uma política de austeridade dirigida contra os rendimentos e as condições de vida dos trabalhadores e do povo, a justificar a aplicação de um programa destinado a aumentar a exploração do trabalho e a liquidar direitos sociais, a continuar a assegurar a extorsão dos recursos nacionais em benefício daqueles que precisamente eram responsáveis pela especulação dirigida contra o país.
Um ano depois, a situação do país aí está para provar a razão dos alertas, das denúncias e das propostas do PCP.

Um ano depois, Portugal está mais endividado e dependente, afundado numa recessão económica sem precedentes traduzida num aumento exponencial do desemprego e do encerramento de empresas, saqueado nos seus recursos e riquezas, marcado por crescentes injustiças e pelo empobrecimento da generalidade da população.
Como o PCP previra e prevenira os usurários e responsáveis pelo agravamento dos problemas nacionais são os que estão hoje a usufruir do Pacto de Agressão imposto ao país e aos portugueses: a banca que, depois da construção de lucros milionários alcançados com a especulação da dívida pública nacional, é contemplada com mais de 12 mil milhões de euros em nome da sua recapitalização e beneficiária de mais 35 mil milhões de euros disponibilizados a título de garantias; os principais bancos e centros financeiros europeus e os chamados mercados que associados ao BCE e ao FMI vêem garantidos, à conta do empréstimo de 78 mil milhões de euros, um acrescento em juros e comissões superior a 35 mil milhões de euros. 

Montantes que, absorvendo praticamente todos os recursos que supostamente eram invocados para acudir à situação do país, acabam nos bolsos dos principais grupos financeiros pagos à custa da exploração e dos rendimentos dos trabalhadores e da ruína de centenas de milhar de famílias e dezenas de milhar de pequenas empresas.
Beneficia ainda o grande capital no seu conjunto, nacional e estrangeiro, do esmagamento dos custos unitários de trabalho no nosso país, da desvalorização dos salários e das remunerações, do alargamento do horário de trabalho e de todas as outras formas que conduzem directamente ao agravamento da exploração. Beneficiam também aqueles que, por via das privatizações e da destruição dos serviços públicos, tomam progressivamente conta de sectores estratégicos para o país e de novas áreas de negócio na saúde, nos transportes ou na educação.

É urgente romper com este rumo de declínio económico, retrocesso social, saque e de dependência externa que PSD, CDS e PS, com o apoio do Presidente da República, estão a impor ao país.
Um rumo de desastre que as mentiras e a propaganda do governo não iludem. Cada um dos “sucessos” anunciados pelo governo são não só a confirmação do agravamento dos problemas nacionais como novos passos em direcção ao abismo.
O propagandeado “sucesso” do combate ao défice das contas públicas é a outra face do agravamento substancial das condições de vida do nosso povo e da profunda degradação económica, ela própria geradora de novos défices e dívidas futuras.

O propagandeado “sucesso”atribuído pelo primeiro-ministro perante a recessão de 2011 – por alegadamente se fixar abaixo dos 1.9 previstos – procura iludir as inquietantes previsões de uma recessão de 3.4 para 2012, bem superior aos 1.8 previstos há poucos meses atrás aquando da assinatura do Pacto de Agressão.
O propagandeado “sucesso” sobre a redução do défice da balança corrente, esconde o efeito económico demolidor à custa do qual está a ser alcançado, ou seja pela redução do consumo das famílias e do rebaixamento do nível de vida dos portugueses e, sobretudo, hipotecando o desenvolvimento e o crescimento económico com a redução da produção que a abrupta quebra nas importações de bens produtivos está a traduzir.
O propagandeado “sucesso”sobre um alegado reconhecimento dos mercados financeiros do “caso português” contrasta não só com o crescente peso dos encargos com o serviço da dívida – a crescer em valor absoluto e em percentagem do PIB – como também na revisão das previsões sobre a evolução da dívida pública cujo “pico” inicialmente previsto para 2013 foi já revisto para pelo menos 2016.

O propagandeado “sucesso” sobre os sinais da retoma económica ou do interesse do capital internacional na aquisição de empresas estratégicas está diariamente a ser desmentido pela dramática evolução dos números do desemprego e das previsões de destruição de emprego – mais de 200 mil para 2012 e 2013.
O irresponsável discurso do Governo sobre uma ilusória retoma, difundido e ampliado para justificar os sacrifícios insuportáveis que está a fazer recair sobre os trabalhadores e o povo, é desmentido por aquilo que as estimativas que o Banco de Portugal, mês após mês, revelam: uma economia em queda livre com níveis recorde de recessão ( com a precisão de uma retracção do PIB de 3.4 em 2012); quebra no consumo privado (- 7.3 %); destruição liquida de empregos (mais de 170 mil neste ano); redução de investimento (-18.9%); desaceleração no crescimento das exportações.
Uma evolução desastrosa que é já pretexto para renovadas investidas especulativas e novas manobras preparatórias de outra vaga de medidas de austeridade, quer pela via do cumprimento das metas do actual pacto, quer a coberto da necessidade de um novo resgate, como ainda há dias o admitiu Vítor Constâncio, vice-presidente do BCE.

Uma evolução desastrosa que - para lá da propaganda e das mentiras sobre aquelas medidas que são sempre apontadas como as últimas e definitivas - todos os dias conhece novos desenvolvimentos e comprovação como o atesta, entre outras o prolongamento do roubo dos subsídios de férias e de Natal na administração pública e reformados.
Um ano depois ganham, pela prova da vida e dos factos, actualidade as propostas que o PCP defendeu e defende no sentido de uma ruptura com a política de direita e de uma rejeição, sem hesitações e mais demora, do Pacto de Agressão que PSD, CDS e PS estão a impor ao país ao serviço dos interesses do grande capital nacional e transnacional.
Uma clara rejeição do Pacto de Agressão com o cortejo de dificuldades para o povo e os efeitos desastrosos para o país que comporta e não, como alguns defendem, uma mera adequação do ritmo ou dos prazos da sua execução dirigida sobretudo para tentar contornar a crescente oposição e resistência à sua aplicação e assegurar a concretização dos seus objectivos.

A inscrição como objectivo crucial da renegociação da dívida – e não uma mera reestruturação como alguns defendem para salvaguardar não os interesses nacionais mas sim o dos credores – assente numa reavaliação dos prazos, e a redução de juros e montantes. Uma renegociação indispensável para libertar e canalizar recursos do lado do serviço da dívida para a promoção do investimento produtivo, a criação do emprego e outras necessidades do país.
Uma renegociação que, tal como o PCP propôs, deverá ser inseparável da avaliação da sua componente ilegítima e que requerida no imediato, deverá garantir um serviço da dívida que seja compatível com um crescimento económico pelo menos de 3%/ano, admitindo para o efeito a determinação de um período de carência a definir e a indexação do valor dos juros a pagar anualmente com esse serviço da dívida, a uma percentagem das exportações anuais previamente fixada.

Uma renegociação agora, determinada pelos interesses nacionais, e não um processo que, por força da descapitalização do país e face à mais que certa impossibilidade de pagamento da dívida – como aliás aconteceu com outros países designadamente a Grécia –, traga atrás de si novos sacrifícios para o povo e novas investidas no saque dos recursos nacionais.
A adopção de uma política virada para o crescimento económico tendo como eixos essenciais a defesa e valorização da produção nacional, a valorização dos salários e reformas essenciais para a dinamização do mercado e da procura interna e o apoio às pequenas e médias empresas, a dinamização do investimento público, a par da aposta nas exportações de forte valor acrescentado e na diversificação dos mercados externos.

A diversificação das fontes de financiamento, retomando uma política activa de captação de poupança interna – propositadamente desincentivada pela desvalorização dos certificados de aforro (que levou a uma redução de mais de 4 mil milhões de euros só em 2011 e uma redução a 1/3 nos últimos oito anos do seu peso na dívida pública), a par do desenvolvimento de relações bilaterais que assegurem condições de financiamento mais vantajosas.
O avanço para a tributação efectiva dos lucros do grande capital, do património de luxo, da especulação financeira, indo buscar recursos tão necessários ao desenvolvimento do país, aonde eles efectivamente se encontram.

O termo do ruinoso processo de privatizações e a adopção de medidas com vista a assegurar um controlo público de empresas e sectores estratégicos.
A intervenção junto de outros países que enfrentam problemas similares de dívida pública – Grécia, Irlanda, Espanha, Itália, Bélgica,etc – visando uma acção convergente face às imposições da União Europeia destinada a barrar a actual espiral especulativa e o colete de forças que está a ser imposto aos povos com novas medidas de austeridade e limitações à sua soberania e a construir uma resposta de fundo à situação de estrangulamento económico e social dos seus países.
O país não está condenado ao declínio económico e social e à crescente dependência e subalternização.
A solução para os problemas do país, a salvaguarda do futuro dos portugueses exige uma política contrária à que está a ser executada . Soluções e saídas que passam pela consequente recusa das soluções do Pacto de Agressão, pela ruptura com a cega submissão ao directório de potências e aos interesses do grande capital, pelo aprisionamento de Portugal na teia da dependência externa e do saque dos recursos nacionais.
O PCP, firmado numa determinada intervenção capaz de afirmar o interesse nacional reforçada em cada dia que passa pelas consequências desastrosas do rumo que está a ser imposto ao país, apresentará uma proposta na Assembleia da República com vista à urgente abertura de um processo de renegociação da dívida publica que liberte o país das amarras da especulação e de submissão aos interesses estrangeiros e do grande capital.

O caminho para o abismo pode e deve ser interrompido pela luta dos trabalhadores e do povo e pela acção convergente de todos os democratas e patriotas, dando força a um verdadeiro projecto alternativo para o país como o que o PCP preconiza.

O país e os portugueses precisam de uma nova política. Uma política patriótica e de esquerda, condição para abrir uma nova fase na vida nacional e relançar Portugal no caminho do desenvolvimento e do progresso.


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

AUTOCARRO PARA O COMÍCIO

Comício Sexta-feira
em Faro
                                                      
Há autocarro
saída de lagos ás 19.00
na rotunda das cadeiras


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

domingo, 29 de janeiro de 2012

DIRECÇÃO da ORGANIZAÇÃO REGIONAL do ALGARVE

Direcção da Organização Regional do Algarve
                                                             
Inserido no Pacto de Agressão que PS, PSD e CDS assumiram com a União Europeia e o FMI, o início do novo ano fica marcado por um aumento brutal do custo de vida – saúde, alimentação, transportes, portagens, energia, taxas municipais -, pelo objectivo de agravamento da exploração dos trabalhadores e aumento do horário de trabalho, pela liquidação dos serviços públicos, pelo saque dos recursos nacionais por parte do grande capital a que o governo se submete. Simultâneamente aumentam os ataques contra liberdades democráticas e sindicais
                                                
De todas as medidas que estão em curso, tem particular gravidade o acordo assumido pelo Governo, o grande patronato e a UGT – com o envolvimento activo do Presidente da República. Um regresso ao século passado, uma autêntica declaração de guerra aos trabalhadores que quer impor despedimentos mais fáceis e baratos, o trabalho forçado aos sábados, a retirada de dias de férias e feriados; a redução dos salários e remunerações; o ataque à contratação colectiva; em síntese, trabalhar mais e receber menos, agravando a exploração, o desemprego e a concentração de riqueza nas mãos dos grupos económicos. 

Na região do Algarve, onde o desemprego assume uma dimensão sem paralelo nas últimas décadas, assiste-se ao regresso da praga dos salários em atraso – de que os Grupos Carlos Saraiva e Fernando Barata, Hotel de Montechoro, Hotel dos Navegadores, entre outros, são expressão. Assiste-se a uma pronunciada quebra da actividade económica particularmente no turismo (com as mais baixas taxas de ocupação dos últimos 16 anos), na restauração, na construção civil e pescas; ao encerramento de centenas de pequenas empresas que estão a atirar milhares de trabalhadores para situações de pobreza, privação e até fome, como há muito se não registavam.

Numa região marcada pela sazonalidade e pela monoactividade do turismo, o agravamento das condições de vida do povo português e o quadro económico nacional e internacional poderão vir a causar, nos próximos meses, uma situação verdadeiramente dramática, de consequências ainda imprevisíveis.   

Para o PCP, este é o resultado de décadas de política de direita; de um processo de integração na União Europeia contrário aos interesses nacionais, da crise do capitalismo e do seu rasto de exploração e miséria; das medidas ditas de austeridade que, não só não resolvem, como aprofundam o conjunto dos problemas com que o país se confronta; do posicionamento contrário aos interesses regionais que PS, PSD e CDS assumem e que procuram esconder sob um manto de manobras e ilusões. Veja-se o exemplo do processo de imposição de portagens na Via do Infante (A22) que contou com os votos dos deputados eleitos por estes partidos.

É urgente interromper este rumo de exploração, empobrecimento e saque que querem impor ao país e à região. É urgente rejeitar o Pacto de Agressão, romper com o rumo de declínio e retrocesso e abrir caminho a uma política patriótica e de esquerda que recuse a chantagem e imponha a renegociação da dívida; que valorize os salários e direitos dos trabalhadores; que promova a produção nacional; que combata as privatizações e recupere o controlo público dos sectores estratégicos da economia; que tribute os lucros, as fortunas e o património de luxo do grande capital; que defenda os serviços públicos e o investimento. Sem essa ruptura e mudança de política não há saída para os problemas do desemprego, da recessão económica, da dependência e afundamento do país.

A DORAL do PCP apela à luta dos trabalhadores e das populações do Algarve contra a exploração e o empobrecimento. A manifestação convocada pela CGTP-IN – cujo XII Congresso saudamos - para o próximo dia 11 de Fevereiro, no Terreiro do Paço, em Lisboa, assume-se como uma importante e decisiva jornada de luta com a qual os comunistas estão solidários e comprometidos. Uma grande iniciativa de convergência, que vem no seguimento e se insere, nas acções que os trabalhadores e as populações têm promovido na região.

Dando continuidade a uma intensa intervenção política que tem promovido, a DORAL do PCP anuncia:
1
    a realização no próximo dia 3 de Fevereiro, pelas 17h de uma caravana automóvel na cidade de Faro de luta contra a introdução de portagens na Via do Infante. Uma iniciativa que assume que, longe de estar terminada, a luta contra as portagens continuará até que seja feita justiça, até que as portagens acabem.
2
   a realização de uma campanha “Contra a exploração e o aumento do horário de trabalho”, de contacto e mobilização dos trabalhadores contra as alterações à legislação laboral. Ao longo do mês de Fevereiro, realizar-se-ão dezenas de distribuições, tribunas públicas e contactos diversos junto das empresas e locais de trabalho, nos mercados da região, junto dos pequenos comerciantes e empresários. Entre os dias 2 e 4 de Fevereiro, realizar-se-á uma venda especial do jornal Avante! cuja edição é dedicada às questões laborais.
3
   um conjunto de iniciativas diversas em torno dos problemas do encerramento e funcionamento dos serviços públicos, do aumento dos preços da água, da introdução da Televisão Digital Terrestre, das alterações na lei das rendas, mais conhecida como “lei dos despejos”.
4
   a realização de um comício em Faro, no próximo dia 24 de Fevereiro, pelas 21 horas, na COOPPOFA, com a participação de Jerónimo de Sousa, Secretário-geral do PCP.

Num momento particularmente difícil para os trabalhadores e povo do Algarve, a DORAL do PCP  reafirma o seu compromisso de sempre com a defesa dos interesses e aspirações de quem trabalha, pelo progresso, pela justiça social e desenvolvimento da região e do país. Por um Algarve e um Portugal com futuro. 

                                                       
 27/01/2012                                             A Direcção da Organização Regional do Algarve do PCP

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Domingo Festa do Avante!





Vídeo do ultimo dia da 
Festa do Avante! 2011









quinta-feira, 26 de maio de 2011

terça-feira, 24 de maio de 2011

domingo, 22 de maio de 2011

ALMOÇO/CONVÍVIO CDU INICIO DE CAMPANHA FOTOS


Foi assim o almoço/convívio da CDU, que contou com presença de Paulo Sá, em que participaram cerca de 60 camaradas e amigos.
                                                                                                                                                                                     
O almoço realizou-se no Chinicato, no restaurante A Varanda.
As intervenções politicas ficaram a cargo de José Manuel Freire por parte da Concelhia do PCP-Lagos,
de Celso Costa como membro da lista CDU/ Algarve do concelho de Lagos,
e terminou com a intervenção de Paulo Sá cabeça de lista CDU/ Algarve.

Depois do almoço realizou-se uma distribuição de documentos pelo Chinicato.




terça-feira, 5 de abril de 2011

27 de Abril de 1974 em Lagos



Comício na Praça Gil Eanes, em Lagos, no dia 27 de Abril de 1974.





 
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